Encontre...

3 de out. de 2011

Entrevista completa! Avril cede entrevista para o site MSN!

Avril está finalmente dizendo “Olá” ao Canadá para a última parada de sua turnê, The Black Star Tour, em apoio ao seu quarto álbum, “Goodbye Lullaby”, no qual foi lançado em Março; Ela gastou os últimos 5 meses levando seus novos shows pelo mundo – China, Rússia, Bahamas, Brasil, Itália e assim por diante. A cantora pop começa uma turnê Canadense extendida em Victoria/BC no dia 1º e termina seus 16 shows em Montreal no dia 25. O MSN falou com Lavigne por telefone diretamente de Paris, sobre o que há em sua loja para seus compatriotas.

Karen Bliss: Em que estágio na criação de "Goodbye Lullaby" fez você começar a pensar sobre a turnê?
Avril Lavigne: Eu sempre penso na turnê quando estou escrevendo as músicas. Eu estava pronta para não ter de tentar um rock tão pesado e ficar calma no palco. Este álbum, no geral, Eu não queria que fosse co-produzido e eu não queria que tivesse uma grande quantidade de faixas. Eu queria que fosse sobre uma performance vocal, capturando a emoção dentro dele e apenas sendo capaz de ouví-lo e conseguir captar o sentimento dele através das letras.
What the hell” é o primeiro single mas realmente não é parecido com o restante das músicas. Estou animada para lançar “Wish You Were Here” como meu terceiro single porque aquela música realmente reflete o álbum e a mensagem que ele passa. Eu queria que este álbum fosse um pouco mais influente, mais enxuto - apenas com o respeito de ser uma cantora e ser uma compositora. Eu amo a música 'What The Hell' e é muito divertido de tocar ao vivo e faz o tipo do meu material antigo [Avril se refere a TBDT], mas para chegar a este ponto agora com este single, estou animada para isso.

KB: Em suas turnês anteriores, você sentaria no piano e teria apenas a banda, sem dançarinos e nenhuma distração. Nós poderíamos maravilhar sua voz ou vê-la tocar violão ou às vezes ir atrás da bateria por diversão. Nessa turnê, há apenas a banda ou você tem dançarinas?
AL: A turnê é apenas a banda e eu. Não há muita produção. Nós apenas tocamos as canções. Há momentos mais agitados onde eu estou tocando minhas músicas mais antigas como “Sk8er Boi” e “Girlfriend”, e até mesmo “What The Hell”, e então há momentos mais enxutos onde eu estou no piano ou é mais a**stico, então há uma mistura. E é legal ter esses momentos para mudar e ser apenas como “Okay, eu estou indo relaxar agora e só vou cantar [risos]”


KB: E sobre o design do palco e luzes?
AL: Para luzes e coisas do tipo, eu só quis que mantivessem o escuro, usar muito vermelho e azul. Apenas manter um sombrio, um tom escuro.

KB: Na última vez, você estava toda pink e preta. No DVD que veio com “Goodbye Lullaby”, há um segmento de ensaio com sua banda em que todos vocês estão brincando com o prata. Existe ainda um kit de bateria prata ou uma guitarra prata ou microfone prata?
AL: Sim, nós temos um pouquinho de prata. Assim como os garotos calçam sapatos pratas, alguns de nós temos guitarras pratas, mas nós temos prata e vermelho. E há uma cortina vermelha atrás da gente. E, sim, a última turnê foi a maior produção que eu já fiz com dançarinas e tudo, Pink e chamativo. [risos]

KB: Você está mudando algo para esta (Canadense) turnê, mesmo para você, porque esteve em turnê por tanto tempo?
AL: Nós obtemos um pouco de sulco. Mudamos muito na América do Sul. Toda noite eu estava colocando uma música diferente, e colocando outras fora. A setlist progrediu e mudou. Você só pode mudá-la muito se achar perfeito depois de ter experimentado ao vivo.
E você tem diferentes sessões. O começo, é claro, é minha sessão de agito. Eu corro e estou como “WOO!” e levo a multidão a dançar. E depois eu gosto de diminuir e faço algo mais calmo, algo mais suave, e então eu volto e tento agitar de novo. Mas a coisa é, Eu não tenho um milhão de músicas rápidas então você tenta outras coisas. Às vezes você tenta diferentes versões; às vezes você as deixa mais rápidas; às vezes você as desacelera.

KB: Quando você gravou “Goodbye Lullaby”, você não ensaiou algumas das músicas na estrada e então elas não “tomaram vida própria”. Há alguma música do álbum que agora está mudada da versão de estúdio?
AL: Quando eu toco “Stop Standing There” Eu toco no piano e meu guitarrista fica na bateria.

KB: Essa é minha música preferida do álbum com aquele ritmo...
AL: Obrigada. Eu escrevi aquela pra mim. E eu gosto de tocá-la no piano porque eu a escrevi no piano, então eu estou como “Eu já sei como tocá-la, então vamos fazer apenas isso” [risos]. Sim, cada país e cada auditório responde e reage diferentemente. Às vezes, você sente que quer tocar músicas mais agitadas. Às vezes as mais lentas se sobrepõem em alguns lugares, sem dúvidas. Veja, Eu era uma espécie de sentimento para fora, vibrando para fora, e cantando canções up.

KB: Quais foram os destaques dos últimos 5 meses [Avril começou a turnê na China no fim de Abril]?
AL: Eu me sinto diferente. É mais fácil e é a maior diversão que eu já tive por conta da minha experiência agora. Eu tenho um repertório enorme então tenho mais músicas pra escolher. Eu sempre achei um desafio na minha primeira turnê porque eu apenas tinha uma gravação para trabalhar e o que acontece é aquela certeza de músicas que certamente serão boas ao vivo e algumas serão “okay”, mas algumas são melhores que as outras. Agora, eu tenho muito a escolher “Okay, amo aquelas ao vivo. Aquelas não são minhas favoritas”. Agora eu tenho mais opções.

Também, eu trabalhei no meu vocal e treinei com um instrutor então eu não perco minha voz. Eu acho que meus vocais então definitivamente mais fortes do que já foram por que: a. experiência; e b. eu estou cantando corretamente. Eu coloco muito trabalho dentro do ensaio da turnê, e eu faço 45 minutos de aquecimentos vocais porque eu chego lá me concentro, é difícil cantar diferente de um lugar diferente e cantar corretamente.
E eu tenho uma banda tão incrível. Eles são tão profissionais e eles são músicos maravilhosos que quando eu saio, não tenho que me preocupar como soará ou “como minha voz será?” Eu apenas coloco toda a minha energia na platéia e performo e tenho a certeza de que eles estão tendo um bom momento. Então é um tipo diferente de pensamento que eu estou.

KB: Dito isto, é estranho olhar para fora e todas estas pessoas que pagaram para vir vê-la tocando, estão assistindo o seu show através de seus telefones com câmera?
AL: é o que eu faço quando estou passeando ou algo acontece, eu puxo minha câmera e fico como “por que eu não estou apenas olhando pra isso?” eu tenho algumas histórias engraçadas. Quando fui ao Japão pela primeira vez, eles estavam todos dizendo: "Ei, quando você está no palco, você pode ver as pessoas segurando celulares. Só para você saber, é porque há câmeras". Porque eles tinham essa maneira antes de nós. Mas, sim, é engraçado, toda multidão de pessoas normalmente têm seus flashes e as câmeras. Eu realmente nunca pensei sobre isso, mas é legal, mas apenas significa que eles querem lembrar do momento [risos] e postá-los no YouTube.

KB: O que você recorda sobre sua juventude, antes de “Let Go” ser lançado?
AL: [pausa] Eu era muito inocente. Eu era uma super-jovem. Eu apenas amava música. E isso acontece. E eu ainda não consigo acreditar que fiz isso. E todo dia, eu estou super grata. E eu ainda não consigo acreditar nisso, sabe? Definitivamente pra mim, um sonho se tornou realidade e eu estou muito apreciada e estou muito grata. Estou aqui e estou fazendo o melhor da maneira mais divertida que posso.

KB: É mais trabalho ou mais diversão que você imaginou antes?
AL: Foi muito trabalho no começo. E eu era jovem. Eu aprendi a achar um bom balanço entre não se exaustar de sobrecarga de trabalho e aproveitar porque é música. É legal! Mas isso fica difícil quando você vai pra estrada por dois anos e está longe dos seus amigos e sua família e seu corpo tem um preço. Então eu aprendi como manter o balanço, ter certeza de que estou aproveitando. Eu faço um trabalho duro, faço o que preciso fazer, mas você tem diversão no que está fazendo. É muito importante.

KB: Algumas pessoas querem ser famosas. Querem sua meta, no qual é uma meta difícil, mas você mas você era a garota tímida que amava a música e tinha uma voz fantástica e queria escrever canções. E nesse primeiro álbum, você se tornou enorme e permaneceu assim. Você já se resolveu bem na fama quando você chegou nos seus 20?
AL: é divertido porque vivendo em Los Angeles, todo mundo quer ser famoso. Todo mundo quer ser qualquer ator ou um cantor ou isso e aquilo, mas a intenção é que eles querem ser famosos e ricos. E minha intenção como uma garotinha – Eu não sabia mesmo que isso era uma opção – Eu amei cantar e queria estar no palco, mesmo que se era estar no quarto dos meus pais de família, na frente dos convidados ou estar no palco na minha escola, cantando as Dixie Chicks [risos] ou cantando em torno da cidade, ou até mesmo cantar no shopping em Toronto. Eu só queria cantar, e assim veio de um lugar puro. E eu estou feliz porque aconteceu, porque isso é algo que eu amo. E assim foi super genuíno.

Nenhum comentário:

Postar um comentário